No transporte aéreo internacional, bancos de energia (power banks) e baterias de íon-lítio sobressalentes são tratados como baterias sobressalentes. Eles não são permitidos na bagagem despachada e devem ir na bagagem de mão para que a tripulação possa agir se houver fuga térmica. Isso não é novidade de 2026: reflete a orientação da IATA para passageiros e corresponde ao modo como a FAA Pack Safe descreve baterias de lítio em voos nos EUA.
Por que o porão é tratado de forma diferente
Baterias de lítio podem falhar de forma violenta: calor, fumaça e fogo espalham-se rápido. Na cabine, a tripulação está treinada para resfriar ou conter o incidente. No porão ninguém vê os primeiros minutos e, com malas empilhadas, a supressão é mais difícil. Por isso os reguladores exigem que fiquem onde possam ser vigiadas — com você, não sob o piso.
Europa e outras regiões dizem o mesmo
A EASA resume mercadorias perigosas levadas por passageiros, incluindo baterias sobressalentes, alinhadas a normas internacionais. Veja EASA — mercadorias perigosas (passageiros). Órgãos de segurança (por exemplo a TSA sobre baterias de lítio) repetem a regra da bagagem de mão nos voos que inspecionam. Confirme sempre a página de mercadorias perigosas da sua companhia.
E se a power bank estiver na bagagem despachada?
A triagem de bagagens pode detectar a bateria. A companhia ou a segurança do aeroporto pode removê-la, atrasar sua mala ou recusar o item. É improvável recuperá-la no portão. Levar power banks só na cabine evita isso.
Dicas práticas
- Coloque a power bank na bolsa de cabina; se despachar uma mala de última hora, mova a bateria antes para o item pessoal.
- Mantenha legível o rótulo de capacidade (mAh ou Wh) — alguns aeroportos conferem com os limites do nosso guia principal de power bank no avião.
- Cubra as portas USB com fita ou tampas para reduzir curto-circuito numa bolsa cheia.
Sources: IATA — baterias de lítio (passageiros) · FAA — Pack Safe lítio · EASA — mercadorias perigosas · TSA — baterias de lítio