No início de 2026, as autoridades de aviação civil da Índia reforçaram as normas de segurança para power banks de lítio de reserva após vários incidentes na cabine. A imprensa indiana relatou que a Directorate General of Civil Aviation (DGCA) orientou as companhias a impedir que passageiros usem power banks para carregar telemóveis, tablets ou portáteis durante o voo e que recarreguem as power banks nas tomadas ou USB da aeronave. O objetivo é reduzir o risco de fuga térmica em voo mantendo as baterias na cabina, onde a tripulação pode intervir.
O que muda para quem viaja na Índia
- Uso em voo — Assuma que não pode usar uma power bank para carregar dispositivos durante o voo nem recarregá-la com energia da aeronave, como amplamente noticiado em janeiro de 2026.
- Arrumação — Power banks e pilhas de lítio soltas apenas na bagagem de mão (nunca despachada). Relatos indicam que não devem ir para os compartimentos superiores; mantenha-as na zona do assento ou na bolsa conforme a tripulação.
- Capacidade — Aplicam-se os limites internacionais habituais: normalmente até 100 Wh sem aprovação da companhia, 100–160 Wh só com permissão; acima de 160 Wh não em voos de passageiros. Confirme no site da sua companhia.
Porque importa
Power banks de iões de lítio podem falhar de forma violenta se danificadas ou defeituosas. Os reguladores já as proíbem na bagagem despachada; o foco da Índia em 2026 é como as baterias de reserva são tratadas na cabina, sobretudo quando muitos passageiros carregam ao mesmo tempo.
Sources: The Hindu BusinessLine — DGCA / power banks a bordo · Telegraph India — restrições DGCA · Moneycontrol — resumo · BCAS India — baterias de lítio (referência)