As companhias não inventam sozinhas as regras de baterias: aplicam requisitos alinhados com as Instruções Técnicas da ICAO e manuais como as Dangerous Goods Regulations (DGR) da IATA. Para o ciclo 2025–2026, a IATA publica DGR 67 com addenda periódicos. O primeiro addendum datado de 1 de janeiro de 2026 é a fonte autorizada para o que mudou nessa edição — especialmente se precisar das tabelas exatas que a companhia usa.
O que isso significa para passageiros
A maioria só precisa do resumo IATA para passageiros sobre baterias de lítio: power banks e pilhas soltas vão na bagagem de mão, protegidas contra curto-circuito, com limites Wh (típico 100 Wh sem aprovação; 100–160 Wh com permissão da companhia; acima de 160 Wh não em voo de passageiros). O PDF do addendum DGR é voltado a expedidores e equipes de mercadorias perigosas das companhias. Uma coisa mudou desde a publicação original deste artigo: a partir de 27 de março de 2026, a proibição de carregamento em voo deixou de ser apenas política individual das empresas — o Conselho da ICAO a tornou um padrão global vinculante, junto com um limite de 2 unidades na cabine e a proibição de armazenamento em compartimento superior. As companhias ainda podem adicionar regras mais rígidas além desse piso, então sempre leia também o aviso da sua transportadora.
Textos oficiais
- IATA DGR 67 — Addendum 1 (vigente 1 jan 2026) (PDF)
- IATA — Passageiros com baterias de lítio (PDF)
- EASA — Mercadorias perigosas (passageiros)
Este artigo liga publicações primárias da IATA. Não substitui as tabelas completas do DGR — use os PDFs ou a política de baterias da sua companhia.